sábado, 29 de agosto de 2009

Montanha russa de emoções...



Ontem tava tão feliz e tão bem em deixar ele entrar na minha vida...agora a noite eu to chorando e com vontade de jogar tudo pro alto só por causa de coisas que eu nem sei como explicar pra ele!
Essa maldita tpm..

experimentar...


Primeiro aprendemos a andar, depois experimentar chegar no resultado, continuamos caminhando e aprendemos a descobrir novos caminhos que nunca sabemos onde vai dar, caimos, levantamos e nem sempre é dolorido, assim e só assim é que sabemos onde a estrada vai dar, e aprendemos finalmente que não é preciso experimentar tudo pra saber aquilo que não queremos.
Isso se chama maturidade.

Ways



É engraçado quando vivemos o real sentido de uma frase, tipo: "somos eternamente responsáveis por nossas escolhas".
Ontem reencontrei velhos hábitos meus e não entendi o porque eu sai de perto de pessoas tão queridas, mas logo veio a resposta...era porque eu tinha mudado e mudado tanto que não cabia mais ser enxergada por aquelas pessoas da forma como eles insistiam em me ver, talvez ainda insistam até hoje.
Não digo nunca que são coisas pra se arrepender, mas se existe um lugar em que eu era boba e inexperiente era naquela turminha ali. Tão insana e tão boba ao mesmo tempo, talvez a palavra era tão sem paixão por nada, que eu simplesmente fazia tudo da forma mais estranha que eu conseguisse pra ter um resultado que até hoje não sei qual é.
Errei muito pra ser quem eu sou hoje, e agora eu sei que a pessoa que eu vejo no espelho e que eu me tornei me enche de orgulho, eu nunca estive tão feliz com todas as minhas escolhas, com todas as experiências que eu vivi.
Se eu morresse agora eu seria feliz por ter errado tanto e por ter me arriscado tanto, mas certas escolhas têm alguns reflexos que as vezes são difíceis de digerir.
Eu fiz uma escolha agora de estar com alguém, de me abrir e prometi pra mim que não ia ter medo do que acontecesse, medo que eu sempre carreguei, não quero mais ter medo de deixar o amor entrar na minha vida.
Mas ontem pela primeira vez eu entendi uma das razões que faz esse alguém ficar com o pé atrás quando o assunto somos nós, era tudo aquilo que construiram sobre mim e com minha ajuda.
Não há muito o que fazer, a não ser esperar e, dessa vez, eu estou consciente que se algo nesse caminho der errado, não foi mais por minha causa e muito menos porque eu não me abri, eu estou feliz como nunca estive e agora aprendendo a lutar por aquilo que eu quero, e eu quero ele!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Desafio



Meus senhores, vou lhes apresentar
A figura do homem popular,
Esse tipo idiota e muquirana
É um bicho que imita a raça humana.

O doutor exagera e desatina
Pois quando o pobre tem no seu repasto
O direito a escola e proteína
O seu cérebro cresce qual um astro
E começa a nascer pra todo lado
Jesus Cristo e muito Fidel Castro

Africará mingüê e favelará
mérica de verme que deusará
Iocuné Tatuapé Irará

Veja o pobre de hoje: quer tratar
Do direito, da lei, ecologia.
É na merda que eles vão parar
Ou na peste, maleita, hidropisia.

Mas o Direito, na sua amplitude
Serve o grande e o pequeno também.
Além disso quem chega-se à virtude
E da lei se aproxima e se convém
Tá mostrando ao doutor solicitude
Por querer o que dele advém.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

um passo tímido ainda é um passo!


Qual a diferença entre um amor que começa e um amor que termina?
Onde fica essa linha que separa um sorriso de uma lágrima?
Talvez tenha sido por isso que evitei tantas vezes um relacionamento...Hoje vi vários filmes falando sobre amor e suas formas, alguns como o objeto principal da peça e outros como a mola que movia ações.
Me lembrei de uma velha palavra que eu evitei por tanto tempo escutar, mas não somente com os ouvidos e sim com o corção.
A palavra era traição e me lembrei de todas as vezes que eu nunca trai, e não me recordei de nenhuma que não houvesse sido traída, foi uma pontada no peito, mas uma luz pra entender o amor que sinto, um amor maior que isso.
Me fechei para a realidade com o passar do tempo, e tentei viver no outro, em curtos períodos de tempo, um amor que eu havia sonhado, era um amor meu, uma tela em branco que eu imprimia formas.
Os amores possíveis são assim, carregados de sombras de um amor que termina, talvez por isso chamem o primeiro amor de único, porque foi sua primeira experiência, os outros foram repetições do passado, de uma forma ou de outra.
O que nunca consegui entender é o porque os amores devem ser repetições do passado, porque os circulos tem sempre que se cumprir da mesma forma, e todos reclamarem das mesmas dores, e continuarem girando como em uma gaiola de ratinhos.
Nos julgamos tão espertos e evoluidos e teimamos em cometer mutilações a todo instante, com nosso próprio companheiro, alguém que compartilha conosco a mesma estrada, aquela velha história de que animais andam em bandos e homens se matam aos bandos!
Tenho mesmo um medo sobrehumano de relacionamentos, porque não encaro ele como algo que foi feito pra terminar, algo pra me doer, mas meu medo vem de antes, vem de uma dor antiga selada em um beijo de traição.
Agora me pego pronta a iniciar algo novo de novo, mas tão cheia de dedos, e todos os dias escuto somente histórias tristes de amores mal acabados de dores mal colocadas, e me pego querendo acreditar em um amor que começa, mas triste por temer se ele acredita, como todo mundo, que o amor também termina!